
Foto: Reprodução
O Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR) alertou que a interrupção do rastreamento mamográfico durante a pandemia prejudicou o acesso ao diagnóstico e ao tratamento adequados, contribuindo significativamente para o aumento da mortalidade por câncer de mama.
Segundo a entidade, “a interrupção do rastreamento durante esse período gerou um efeito acumulado, contribuindo para o aumento da mortalidade”.

Dados revelam que 38.793 mulheres com menos de 50 anos morreram de câncer de mama, o que representa 22% do total de óbitos entre 2019 e 2023. Já entre as mulheres acima de 70 anos, foram registradas 56.193 mortes, representando 32% do total no mesmo período.

O rastreamento precoce, segundo o CBR e especialistas, pode reduzir em até 30% a mortalidade por câncer de mama. “Isso significa que metade das vidas perdidas para a doença poderia ser salva com um diagnóstico no momento certo”, reforçou a entidade.
Fonte: Agência Sertão



