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Imagem: Reprodução

O câncer colorretal, que afeta o intestino grosso e o reto, está entre os cinco tipos mais comuns no mundo e tem apresentado crescimento preocupante entre adultos jovens. Embora 90% dos casos ocorram após os 50 anos, fatores como dieta rica em ultraprocessados, sedentarismo e obesidade têm contribuído para o aumento da incidência em faixas etárias mais baixas.

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Dois exames são fundamentais para a identificação precoce e prevenção da doença:

  • Exame de sangue oculto nas fezes: simples, barato e recomendado anualmente a partir dos 45 anos. Detecta traços de sangue invisíveis a olho nu, que podem indicar a necessidade de investigação mais aprofundada.
  • Colonoscopia: considerado o “padrão ouro” no rastreamento. Permite visualizar o intestino e remover pólipos antes que se tornem tumores. É recomendada a partir dos 50 anos no Brasil, ou antes em casos de histórico familiar.

Apesar da eficácia, a colonoscopia exige preparo com dieta e laxantes, o que leva muitos pacientes a desistirem. O exame é indolor e realizado com sedação, mas ainda enfrenta baixa disponibilidade na rede pública.

Segundo especialistas, o Brasil não possui uma política pública formal de rastreamento do câncer colorretal. A recomendação atual é baseada em diretrizes médicas, e o acesso ao exame depende da prioridade clínica.

Entre os sinais de alerta estão: sangue nas fezes, alterações no hábito intestinal, dor abdominal, perda de peso inexplicada e anemia. A detecção precoce aumenta significativamente as chances de cura.

Fonte: G1 Saúde

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