Aviso no Topo do Site

Jaana Goeggel e Erica Fridman querem levantar R$ 25 milhões para investir em empresas fundadas por mulheres — Foto: BBC/ Reprodução

As empreendedoras Erica Fridman, do Brasil, e Jaana Goeggel, da Suíça, lançaram o fundo de capital de risco Sororitê, com aporte inicial de R$ 25 milhões. É o primeiro fundo no Brasil dedicado a investir em startups fundadas por mulheres—e serve como evidência prática de que empresas lideradas por mulheres podem ser mais lucrativas.

➥ As notícias do Site VouVê são primeiramente publicadas no WhatsApp. Clique aqui para fazer parte da nossa comunidade!

Dados que sustentam o investimento

Segundo informações da Pitchbook, startups lideradas só por mulheres receberam apenas 0,04% do capital no Brasil em 2020; se incluídas as cofundadoras, esse número sobe para apenas 2,2%. No entanto, elas consomem 25% menos caixa por mês e apresentam 35% mais retorno sobre o investimento, segundo dados da Ewing Marion Kauffman Foundation.

Superando vieses e demonstrando valor

Fridman afirma que esses resultados podem quebrar preconceitos sobre a capacidade feminina de liderar negócios de sucesso. Seu objetivo com o fundo é comprovar, por meio dos próprios resultados financeiros, que investir em empresas lideradas por mulheres traz retorno real e sólido.

Rede de investidoras-anjo e mentoras da Sororitê — Foto: BBC/ Reprodução

Rede de apoio e estratégia a longo prazo

O Sororitê já tem 43 cotistas — sendo 40 mulheres e 3 homens — e planeja novos investimentos este ano. O fundo reforça a importância do apoio entre mulheres no mercado financeiro e a necessidade de demonstrar resultados concretos para ampliar a participação feminina em startups de alto potencial.

Fonte: Correio Braziliense (G1)

Campartilhe.

Sobre o Autor

Deixe Um Comentário


Banner publicidade 728 x 90 RODAPE