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SINAIS VISÍVEIS E AUDITIVOS DE ALTERAÇÃO
Especialistas alertam sobre vários indícios de adulteração:
- Luz de alerta acesa: Sensor saturado, possível combustível fora da especificação.
- Perda de potência: Pedal fica “borrachudo”, exige mais força para acelerar.
- Aumento excessivo no consumo: Autonomia reduz em até 30%, mesmo em trajetos habituais.
- Ruídos estranhos: Sons como corrente de bicicleta nas saídas ou subidas.
- Dificuldade para pegar no frio: Comprometimento na partida matinal.
- Cheiros incomuns: Odor de solvente ou querosene vindo pelo escapamento.

COMO TESTAR ANTES DE ABASTECER
Segundo a ANP, os postos devem dispor de kits de teste rápidos. Uma forma de verificação caseira eficaz:
- Misture 50 ml de combustível com 50 ml de água e sal;
- Após 10 minutos, os líquidos devem se separar;
- A porção superior deve corresponder à gasolina — abaixo da marca de 65 ml.
Outra ferramenta confiável é o densímetro: o combustível deve apresentar densidade igual ou acima de 0,75425 t/m³ — valores menores indicam possível adulteração por solventes mais leves como nafta.

RISCO DO METANOL NO COMBUSTÍVEL
Na operação investigada, foram identificadas misturas contendo até 90% de metanol — substância altamente tóxica, inflamável e corrosiva. O limite permitido é de até 0,5% em combustíveis. Sua presença em níveis elevados representa perigo significativo para motores, fauna, flora e saúde humana.

Fonte: G1



