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Um estudo apresentado na Conferência Internacional da Associação de Alzheimer aponta que caminhar regularmente pode reduzir significativamente o risco de declínio cognitivo, inclusive entre pessoas com predisposição genética para a doença.
Resultados surpreendentes
Pesquisadores acompanharam cerca de 3 mil voluntários de 70 a 79 anos durante 10 anos. Os participantes que mantiveram ou aumentaram o nível de caminhada apresentaram melhora na velocidade de processamento mental e na função executiva do cérebro.
“É recomendável reduzir o tempo sentado com pequenas caminhadas ao longo do dia”,
destacou a autora sênior do estudo, Dra. Cindy Barha, da Universidade de Calgary.

Por que a caminhada ajuda?
- Estimula a produção de proteínas neuroprotetoras (como o BDNF);
- Reduz inflamações que afetam o cérebro;
- Melhora a circulação e o fornecimento de oxigênio para os neurônios;
- Contribui para melhor humor e disposição.
Segundo os pesquisadores, não existe um número mágico de passos, mas “mais é sempre melhor”. Estudos anteriores indicam que cerca de 3.800 passos por dia já podem reduzir o risco de demência em até 25%.

Dicas para incluir a caminhada no dia a dia
Especialistas sugerem quebrar longos períodos de sedentarismo com pequenas caminhadas ao longo do dia. Subir escadas, passear no bairro ou caminhar em parques são práticas acessíveis e eficazes.

Fonte: CNN Brasil, com base na Conferência Internacional da Associação de Alzheimer



