
CAETITÉ – Com o objetivo de romper o ciclo de silêncio e fortalecer a rede de proteção feminina, o projeto “Março por Elas” vem realizando uma série de ações educativas ao longo deste mês. A iniciativa utiliza palestras, entrevistas em rádios e diálogos comunitários para abordar a violência contra a mulher sob as óticas do Direito Criminal, Direito de Família e Psicologia.
Educação como ferramenta de prevenção
Neste último sábado (14), o CETEC foi palco de um painel focado em um dos temas mais complexos do cenário atual: a violência psicológica. O debate uniu as perspectivas clínica e jurídica, permitindo que o público compreendesse melhor os mecanismos de controle e abuso emocional, além de apresentar os caminhos legais para a proteção das vítimas.

A proposta do projeto é clara: utilizar a informação como o principal instrumento de prevenção. Ao levar o conhecimento técnico para fora dos escritórios e consultórios, o “Março por Elas” exerce a função social da advocacia e da psicologia, criando uma gestão multidisciplinar no enfrentamento à violência, conforme preconiza a Lei Maria da Penha.
“Combater a violência também passa por informar, conscientizar e construir redes de proteção sólidas”, afirmam as idealizadoras.
Programação de Encerramento: Arte e Debate
Para culminar as atividades do mês, o projeto prepara um encerramento que une a sensibilidade artística ao rigor técnico. A programação contará com:
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Apresentação Teatral: Espetáculo “Confissões de uma P.U.T.A.”;
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Roda de Conversa: Um espaço de escuta e troca com a participação de especialistas:
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Stephane (Psicóloga);
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Dra. Suelen Sampaio (Advogada de Família);
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Bruna Carvalho (Atriz e Advogada Criminalista).
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A iniciativa reforça que o empoderamento social feminino nasce do acesso aos direitos e do fortalecimento da consciência coletiva. O projeto segue na “linha de frente”, consolidando-se como um marco na luta pela dignidade das mulheres na região.
Fonte: VouVê Notícias




