
Foto: Isaac Amorim
Como funciona a coleta genética
Familiares de primeiro grau — como pais, mães, filhos ou irmãos — doam material biológico, por meio de cotonete bucal ou gota de sangue. O DNA coletado é comparado com restos mortais não identificados, pessoas vivas sem identificação e perfis genéticos registrados nos bancos estaduais e federal.

Resultado da edição anterior e mobilização na Bahia
Na última edição da campanha, em 2024, foram coletadas 1.645 amostras em todo o Brasil, resultando em 35 pessoas identificadas. Só na Bahia, o banco estadual armazenava 720 perfis e possibilitou 12 confirmações. Na última campanha, 13 vínculos foram confirmados apenas com material de um único parente.

Impacto humano e importância social
A campanha resgata dignidade para famílias com desaparecidos, como destacou Vera Lúcia Ranu, mãe que participou das coletas desde 2021: “Sabemos o que aconteceu. Temos informações e, embora doloroso, é um fim de angústia.” Eles participam das comparecer a delegacias ou postos itinerantes, com boletim de ocorrência obrigatoriamente registrado.

Fonte: Agência Brasil; Agência Sertão – com base nas informações do BNPG, Ministério da Justiça e Segurança Pública



