
Imagem: Divulgação
UNIR SABER POPULAR E PESQUISA ESCOLAR
O projeto é liderado pelos jovens cientistas Marcos Wesdras e Ana Kaylla, sob orientação do professor Edippo Geovanni Dias. A ideia surgiu das observações realizadas junto à população local, que já utilizava a aroeira como medicinal.

EM FASE DE TESTES E BUSCANDO PARCERIAS
Ainda em testes observacionais, os fitoterápicos vêm recebendo relatos de alívio em irritações e pequenas lesões cutâneas. A equipe pretende aprimorar as fórmulas e buscar parcerias com universidades e instituições de pesquisa para avançar o estudo clínico e regulamentar os produtos.

VALORIZAÇÃO DAS PLANTAS DA CAATINGA
A iniciativa destaca o uso sustentável das plantas medicinais da Caatinga, especialmente por meio da pesquisa escolar. O projeto inspira outras escolas a explorarem recursos naturais locais de forma responsável e científica, com potencial de impacto social.

Fonte: Bahia Faz Ciência / Bahia.Tec – SECTI



